A disputa judicial entre Fluminense e Unimed-Rio tem nova data para acontecer. No próximo 31 de outubro, às 14h40, a Justiça do Rio de Janeiro irá promover uma audiência de conciliação entre o clube e sua ex-patrocinadora. A tendência é a de que não haja acordo. No total, as ações questionaram vendas e contratos de 14 jogadores e totalizam R$ 35,2 milhões em pedidos. O Tricolor fez cobrança de R$ 8,5 milhões por danos materiais e R$ 2 milhões por danos morais pela ruptura do contrato: entende que, após o fim da parceria, teve de assumir o pagamento de salário de dez jogadores. Na época de análise do caso, o clube estimou que poderia reivindicar R$ 45 milhões.
Na ação, que corre na 13º Vara Cível do Tribunal de Justiça, pediu ainda a declaração da inexistência da participação da Unimed-Rio nos direitos econômicos dos atletas. São eles:
A primeira das três ações tem como autora a Unimed-Rio. Nela, na 24ª Vara Cível, a empresa pede R$ 21 milhões, segundo Celso Barros. Em janeiro de 2016, o então presidente da cooperativa revelou que havia tomado a decisão para cobrar percentual das vendas de Rafael Sobis, Wagner, Thiago Neves e Digão – o lateral-direito Wellington Silva, atualmente no Bahia, entra nesta lista pois renovou contrato na época. O valor pode variar de acordo com a cotação do euro. Há debate se deve ser o da época das transações ou o atual.