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Teve algo bom? Teve

Crys Bruno

Oi pessoal! Eu sei, eu sei, “alegria de pobre dura pouco” mas vibrei com a postura implementada por Marcelo Oliveira de adiantar a marcação e pressionar a saída de bola do São Paulo no primeiro tempo. Até capturei na transmissão da TV Globo um desses momentos de plenitude que senti e me desculpo com a baixa qualidade da imagem, embora emblemática para mim. Não esperava e era o que eu mais pedia. Era o mínimo. Pois, por mais tecnicamente ruins, jogamos contra adversários que têm também seus Franksteins da bola. Nós tínhamos mais do que o São Paulo? Sim. Inegável. Mas atuar acovardado na primeira linha defensiva não dava mais. Nesse mood retranca, além de pedir para levar o gol, o time se desmoraliza diante do oponente que o vê temeroso e se enche de moral e confiança. O São Paulo, líder absoluto do Brasileiro, viu um Fluminense posicionado como time grande que é, mesmo não sendo um grande time. Isso surpreendeu o time paulista e o enervou pela demora do primeiro gol, que não conseguiu, numa partida que todos esperavam a sua vitória”facim,facim”. A cotovelada idiota do Diego Souza provou o que afirmo acima. Ponto para Marcelo Oliveira que fez seu papel: subindo a marcação, evita-se que o adversário inicie a jogada com liberdade e calma e nos encurrale na grande área defensiva. Que alívio e esperançá senti. Porque, repito, luto e não admito mais ver o Fluminense atuar feito um micróbio. Nem precisa disso, no futebol brasileiro atual, onde a diferença do melhor para o pior é pequena. Sim, a nossa qualidade técnica está no nível dos anos 90 (e até menor). Mas a queda bruta dela é geral. Nos anos 90, a diferença dos melhores era infinitamente maior que nossos elencos da cultura (Obrigada por matar na mosca, Bruno Leonardo) do “bom, bonito e barato” de Fabio Egypto à Flusócio. Hoje não se precisa ter um grande time para ser competitivo, mas a Flusócio é vil e extrapola, arriscadamente, nas apostas de contratações absurdas, ridículas e, por isso, suspeitas. No 2° tempo, vimos a dificuldade técnica se unir à mudança de postura que até então agredia na marcação e ataque. Dentro das possibilidades, o jogo estava em nossas mãos, mas após o 1×0, o time se vestiu daquele vício nojento de time pequeno que administra o resultado, até a falta de inteligência, simplicidade e noção do Ayrton Lucas, como a cara da Flusócio (e Abel em 2018), de time covarde e medroso, devolver o presente e dar o gol que nos tirou 2 pontos. Nunca disse que nosso elenco era bom. Apenas afirmei e afirmo que não fica a dever a maioria dos times da competição, não devendo assim, atuar feito um micróbio. Aí, não! Aí, é se apequenar demais. Abusando do direito de errar, mentir, fraudar, gastar em contratações suspeitas enquanto vende qualquer jogador melhorzinho que deslancha no profissional, a hediondez da Flusócio não pode entrar em campo com o jogador que veste essa camisa, por pior tecnicamente que ele seja. Pela primeira vez, em anos do atual grupo que administra o clube, eu vi o time do Fluminense jogar com a postura de um grande, mesmo tecnicamente inferior e em mau momento. Foi, sim, em termos de postura, uma esperança, que o técnico tricolor tem que manter, afinal, a retranca como proposta de 90 minutos de jogo não evita derrotas e raramente constrói vitórias. Perderemos também com essa postura de adiantar a marcação, mas só com ela conseguiremos as vitórias que precisamos para chegar aos 47 pontos o mais breve possível. Por isso, estarei lá no Maraca, quinta! Para apoiar essa nova postura e fazer com meu canto que o jogador do meu time não se sinta, mesmo com deficiências, pior do que quem joga no Vitória e Botafogo. Ao ataque, Fluzão! Que venham os seis pontos!!! Toques rápidos – Foi louvável Marcelo Oliveira tirar um volante e pôr um atacante no intervalo, com um a mais. Escolheu o atacante sem velocidade e errou aí. Mas já vi treinadores adorados, idolatrados, salve, salve, que deixariam os três volantes. – Kayke não dá. Está totalmente distante do ritmo dos outros e da temporada. E não temos tempo para esperar por ele. – Vale ressaltar que Luciano se destacou atuando de centroavante no Corínthians até se contundir. É inexplicável ele não ser o substituto direto de Pedro. Até mesmo o Junior Dutra. Nunca o Kayke que chegou ontem e já teve 180 minutos direto como titular sem produzir nada, nem chute torto, longe do gol. – Por isso tudo, as ausências no banco e até entrando para jogar de Pablo Dyego e Daniel são um mistério para mim. – Se são eles que entram nos lugares de Jadson e Sornoza, com toda dificuldade, estou certa de que criaríamos mais chances de gol com Luciano ou Junior Dutra na finalização, não armando. – O elenco tem dificuldades técnicas como 15 dos 20 clubes que disputam o Brasileiro, por isso, Marcelo, não pode não ver a diferença gritante de lucidez entre Danielzinho e Dodi; Luciano e Kayke. – E pela primeira vez, senti horror do comportamento do Sornoza em campo. Mesmo com um a mais, se omitiu, trotou, não tentou uma jogada vertical. Sai fora! Não quer jogar mais aqui, nem volte do Equador! Não ferra! – Onde estão as pessoas de bem do Fluminense que não varrendo de nós essa temeridade e desgraça administrativa chamada Flusócio? Quinta é Maraca! Apoio total pelos três pontos. Vamos vencer, Nense! Imagem: capturada – TV Globo

Bacharel em Direito com Especialização em Gestão Profissional no Futebol pelo Centro Universitário Internacional. Escrevo sobre futebol desde 2009 quando comecei no Jornal da Cidade, Niterói. Com passagens pelo FEA, Flu&Etc e Panorama Tricolor, desarmo melhor que o Richard, cruzo melhor que o Leo, marco melhor que o Airton , lanço melhor que o Jádson, finalizo melhor que o Marcos Jr, corro mais que o Gum e jogo mais que o Pedro. Ops, "esta" foi mentira. Rs.

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