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Shopping nas Laranjeiras? Flu só conseguiria bancar dois meses de folha salarial 

Paulo Brito

Um centro comercial ou um shopping center nas Laranjeiras seria uma boa alternativa para o Fluminense eliminar grande parte de sua dívida? Não. Após a elaboração de um estudo feito na sede tricolor, foi demonstrada a inviabilidade para ideia. Isso se deve ao fato de o terreno ser de bem tombado e ao lado de bem tombado nacional (Palácio Guanabara) e, ainda, por gerar um tráfego diário ainda maior na região, considerando o funcionamento do estabelecimento entre às 10h e às 23h. E não para por aí. A questão financeira seria muito abaixo do esperado. O NETFLU apurou que o assunto, embora praticamente encerrado, foi tratado com sigilo nos corredores da instituição verde, branca e grená. O fato de o Fluminense ter a possibilidade de receber algo em torno de R$ 6 milhões anuais (cerca de duas folhas salariais mensais do futebol profissional atualmente), para ceder o terreno, contribuiu para frear os ânimos dos mais entusiasmados. O murmurinho ganhou corpo ainda em 2016, pouco antes das eleições. Candidato à presidência do Flu, que viria suceder posteriormente Peter Siemsen, Pedro Abad afirmou, através de conta no Twitter, que não descartava a possibilidade de um shopping nas Laranjeiras, para gerar renda ao clube. Relembre: Dias depois de toda a repercussão do caso, o mandatário tricolor veio a público dizer que havia sido mal interpretado. Mas a ideia nunca deixou de ser tocada nos bastidores, até o valor ser considerado irrisório, dada a importância histórica e localização do espaço. Atualmente, o assunto está praticamente esquecido e, sequer, vira tema de pauta entre a cúpula do Fluminense.