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Sem o “poder de marcação”… de gols versus O “poder de decisão”… do técnico

Crys Bruno

Eu esperava tudo do Marcelo Oliveira, menos “culpar” a única chance de gol criada do seu time em 90 minutos contra o Bahia, no Maracanã. Sim, Pedro, com seu talento individual, achou um gol lindo, quando o Bahia já era melhor na partida. Tecla capslock ativada, para desabafar, por favor, me permita, pessoal: MATHEUS ALESSANDRO, NÃO FOI SEU GOL PERDIDO QUE NOS TIROU A VITÓRIA. O que e quem nos tirou a vitória foi nosso técnico ter se perdido porquê: – viu o Bahia do tamanho do Real Madrid e, com apenas 1×0, no Maracanã, aos 22 minutos do 2°tempo, tirou um atacante para pôr um “volante-marcador” que não desarma nem tem um passe vertical. “- Foi para aumentar o poder de marcação”, disparou Oliveira, me exterminando, na coletiva pós-jogo. Marcelo também pediu poder de decisão e regularidade. Peço a ele a mesma coisa. Hesitar, sem Sornoza, contra o Palmeiras, na sua estreia no Maracanã, vai lá. Hesitar contra o Bahia, que jogava melhor e precisando, como UM FLUMINENSE, de retomar as rédeas do jogo… e ter “perdido o gol da vitória” porque lhe faltaram, Marcelo, o “poder de decisão”, no drible, de agredir o adversário como Matheus Alessandro faz e a “regularidade”, confiança e “o poder de marcação… de gols” do Pedro. Acredite na sua escalação simples que encaixa a característica de jogador por jogador. Acredite até na escolha de modificar o posicionamento, mudando para as duas linhas de quatro, mas sem atuar por dentro com 2 primeiros volantes (Airton e Richard), faltando jogo para caramba – pelo menos 25 minutos. Ainda mais contra o Bahia ou qualquer outro time quando seu time titular, muito bem escolhido – independente de nomes – estiver em campo. Se individualmente um jogador não estiver bem, coloque outro da mesma característica. Simples e confiante no seu estilo de jogo. O Bahia não respeitou o Fluminense em pleno Maracanã. Adiantou a marcação, dominou o meio-campo, nos inibiu com a vista grossa de um árbitro tendencioso. Mas, Oliveira também não respeitou, não confiou, temeu levar o gol e aí foi o (ir)responsável principal por não termos ganho. Duas partidas. Duas competições. O mesmo palco, nossa casa, o Maracanã. Na quinta-passada, pela Sul- Americana, numa situação atípica de ataque contra defesa, de um time viciado, em 2018 (e 2017), em jogar por uma bola, o “poder de marcação.. de gols” aconteceu depois de quase 1 hora e meia de jogo. Era algo que esperava que Oliveira modificasse. É algo que ainda espero que ele reveja e melhore. Para isto, Oliveira terá que ter o poder de decisão do Pedro, sem temer perder um gol. Dois jogos serão determjnantes e afeitos para observarmos se ele conseguirá: Internacional (que não é o Palmeiras nem o Real Madrid), no Maracanã; e, o América-MG, fora, onde queremos ver o Flumjnense como da vitória sobre o Sport e, não, aquele horror na derrota para o Ceará. Sem falar de cansaço físico porque o adversário também cansa. Não aguento mais isso. E, por favor, Oliveira, não “Cuca”: muito feio “culpar” o erro do jogador, UM LANCE de um menino que é o pulmão e a qualidade do drible e tabela com Pedro do time, enquanto Marcos Junior mata a maioria dos ataques e Léo está péssimo dos péssimos, como Richard, jogadores que você escalou, manteve em campo e colocou para jogar. O simples: perdeu um zagueiro? Coloca outro. Perdeu Sornoza? Coloca um jogador ofensico como ele. Um atacante cansou? Coloque outro atacante. O simples. Sem jogar por uma bola. Menos ainda, a covardia de culpar o gol perdido pelo Matheus Alessandro para esconder e desviar os olhares dos seus erros. Chega, segunda! Entre o alívio da semana sem jogo do nosso Tricolor e a saudade de ver o nosso Fluminense em campo. Sem cautela. Sem Léo e Richard (estão muito mal). Simples. E sem temer. Chega, segunda! Toques rápidos – ao menos, Matheus Alessandro é titular com Oliveira. – o pouco que vi do zagueiro Paulo Ricardo, no Santos, eu gostei. Que seja feliz no Tricolor. – felicidades no Fluminense, também, para Cabezas. Bote na bola e ao ataque sempre, Marcelo Oliveira! Imagem: Lucas Merçon/Fluminense F.C.

Bacharel em Direito com Especialização em Gestão Profissional no Futebol pelo Centro Universitário Internacional. Escrevo sobre futebol desde 2009 quando comecei no Jornal da Cidade, Niterói. Com passagens pelo FEA, Flu&Etc e Panorama Tricolor, desarmo melhor que o Richard, cruzo melhor que o Leo, marco melhor que o Airton , lanço melhor que o Jádson, finalizo melhor que o Marcos Jr, corro mais que o Gum e jogo mais que o Pedro. Ops, "esta" foi mentira. Rs.

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