Notícias
Youtube
Palpites
Casas de apostas
Guias
Comunidade
Contato
WhatsApp

Sem as duas linhas de quatro, Fluzão é campeão da Taça Rio

Crys Bruno

Méritos? Muitos.
Erros? Ainda alguns.
Orgulho desses jogadores pela dignidade, superação, ir além do limite do cansaço, quando as pernas pesam como chumbo? Indescritível.

Quem acompanhou o NETFLU NA REDE, da última segunda-feira, “Como superar o Fla?”, lembra a dificuldade de montar uma escalação.

Quem consegue me acompanhar aqui, sabe acerca das minhas críticas às duas manjadas e furadas linhas de quatro que Odair vinha colocando nesses quase 20 jogos, sem jogadores com características que dessem encaixe para tal.

O detalhe que fez toda diferença. Odair aceitou abrir mão delas. O que sugeri em mesmo pôr Marcão, reunir os líderes do elenco, conversar, montar junto com o treinador um esquema, posicionamento dinâmico, ao contrário daquele horror fixo, de jogo de totó, aposto, aconteceu. E que bom!

Se Odair, com toda sua aparente empáfia, já que pedia reforços na sexta-feira passada, embora sua assessoria negue, desrespeitando seus comandados – não pense como torcedor e, sim, como subordinado dele, o vendo, publicamente, afirmar que o grupo qual você trabalha precisa ser reforçado!

O mesmo grupo qual maioria vem roendo osso desde o ano passado e dignificando essa camisa o máximo. Até quando sem técnico ficamos.

Odair chegou em janeiro. E em cerca de 20 jogos com o mesmo esqueminha de jogo dele, não achou uma escalação nem nos ofereceu sequer um time minimamente organizado, com razoável desempenho.

Na final da Taça Rio, o desempenho organizado defensivamente veio quando ele aceitou abrir mão do seu modelo de jogo.

Eis seu mérito e que não é pequeno, não! Um passo importante para variar taticamente.

Projetando para o Brasileiro e o bendito jogo de volta contra o Figueirense, quem sabe, ele encontre até, o modelo que nos faça propor o jogo, tomar a iniciativa, agredir.

Ouvir um grupo que jogou várias vezes com esse time “top das galáxias” foi o grande acerto do Odair.

Mas é preciso, agora, Odair, com mais calma e humildade, saber que o “Lado Mau da Força” virá com sua força máxima, numericamente, falando: Marcelo Henrique de Lima e Wagner do Nascimento.

Não teremos muito o que fazer a não ser manter os nervos de aço e sangrar.

Humildade, a verdadeira, é a grandeza.

O grande erro, apesar do Pacheco ter cobrado o melhor dos pênaltis, foi colocar atacantes com força física, explosão (Pacheco e Caio Paulista), sem um meio de toque de bola, deixando no banco os dribladores (Michel e Wellington Silva) que segurariam a bola no ataque, chamando a falta, mantendo a possr com a gente.

Menos ainda para que Caio Paulista e Pacheco fiquem na frente e Nenê, exausto, marque na defesa. Odair Hellmman, limitação? Ainda não descobri a resposta. É um adjetivo que não cabe no Fluminense. Combina, aí sim, com o outro lado mau da força… por lá, uma limitação na alma e no coração.

Por fim, obrigada, jogadores!
A bênção, João de Deus e ao Sobrenatural de Almeida!

“O sentido da vida é dignificar-se”, por isso, eu sou Fluminense.


Toque rápido: 

– Gilberto no ataque: sempre critiquei e criticarei. Um gol de 3 em 3 anos para 30 erros em cada peleja não pesa mais para mim. No mesmo jogo, vimos.

Mas vibrei e gritei e berrei com o gol do “Mister Coxa!” 

Saudações Tricolores.

Bacharel em Direito com Especialização em Gestão Profissional no Futebol pelo Centro Universitário Internacional. Escrevo sobre futebol desde 2009 quando comecei no Jornal da Cidade, Niterói. Com passagens pelo FEA, Flu&Etc e Panorama Tricolor, desarmo melhor que o Richard, cruzo melhor que o Leo, marco melhor que o Airton , lanço melhor que o Jádson, finalizo melhor que o Marcos Jr, corro mais que o Gum e jogo mais que o Pedro. Ops, "esta" foi mentira. Rs.

Leia mais