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Pedra no sapato, Madureira arranca empate com o Flu, que perde muitas chances

Leandro Dias

O Madureira, novamente, apareceu no caminho do Fluminense para tentar atrapalhá-lo. Os times empataram em 2 a 2 nesta quarta-feira, em Moça Bonita, em jogo que o Tricolor carioca abusou de perder oportunidades e também cometer vacilos defensivos. Pedro e Nogueira marcaram para o Flu. Júlio César, duas vezes, fez para o time suburbano. O Fluminense não fez um mau primeiro tempo. Perdeu muitas chances e acabou sofrendo com a lei do ex logo aos seis minutos. O sistema defensivo tricolor marcou mal e a bola sobrou para Júlio César, da geração de Roger, Marco Brito e Roberto Brum, anotar 1 a 0 para o Madureira. O veterano atacante, revelado em Xerém, inaugurou o placar em posição de impedimento, ignorada pela arbitragem. O restante da partida foi uma quantidade importante de oportunidades criadas, mas desperdiçadas pelo ataque do Flu. Richarlison e Wellington não estavam nos seus melhores dias, mesmo com os lançamentos açucarados de Sornoza e as investidas de Léo pelo lado esquerdo. Lucas, de maneira displicente, perdeu cara a cara com o goleiro. Minutos depois, Richarlison, de perna esquerda, tirou demais do arqueiro em nova chance de frente para o gol e o adversário, que assustava em alguns contra-ataques, foi para o vestiário com a vitória parcial. Mas no segundo tempo, depois de tanto martelar, as redes do Madureira balançaram. Uma tentativa, duas, três, na quarta, gol chorado de Pedro. Na jogada seguinte, chute colocado consciente do promissor centroavante, que tirou tinta da trave. Após, a virada. Sornoza, de três dedos, cruzou para Nogueira, que fez o gol da redenção. O Fluminense continuou em cima e quase marcou o terceiro com Richarlison, de cabeça. Mas o Madureira, num raro ataque, se aproveitou da falha de marcação. Júlio César recebeu na frente e soltou uma bomba para igualar a partida. Abel mexeu. Tirou Marquinho, Wellington e Richarlison e pôs Marcos Júnior, Maranhão e Lucas Fernandes. Na base do abafa, o time tentou o desempate, continuou perdendo uma chance aqui e outra acolá, mas não teve jeito: 2 a 2.

Um dos fundadores do NETFLU e editor do portal desde a sua criação, em dezembro de 2008, Leandro Dias é tricolor de berço, tem 37 anos e é formado pela Universidade Estácio de Sá. Jornalista desde 2004, trabalhou na Assessoria de Comunicação da Defensoria Pública Geral do Estado do Rio de Janeiro. Em 2005 ingressou no quadro de funcionários do Diário LANCE! No veículo, trabalhou como repórter do site Lancenet! e também como repórter e apresentador da TV LANCE!

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