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Nosso FlaxFlu será domingo

Crys Bruno

Oi, pessoal! Nessa quarta, teremos o primeiro FlaxFlu das quartas de final da Sul-Americana, no Maracanã, e nunca me senti tão indiferente como nesses dias, antes de a bola rolar, em relação ao clássico mais importante da história do futebol brasileiro. O FlaxFlu decisivo, de mata-mata, é domingo, contra o Bahia. Aliás, o terceiro seguido, após termos vencido “os FlaxFlus” contra o Avaí e São Paulo. Mas teremos mais cinco deles, no Rio: Botafogo, Coritiba, Ponte Preta e Sport, para que, no mínimo, a honradez de nossa grandeza e de nossa história seja respeitada, inclusive por Abel, para não nos vermos na última rodada com um mínimo de risco. Sim, evitei citar as duas partidas seguidas fora de casa, após a peleja contra o Coxa, que serão Cruzeiro e Corinthians. A razão é simples: se um técnico do Fluminense afirma, que: ” – Estamos nas quartas da Sul-Americana, na qual enfrentaremos um time do tamanho do Flamengo.” Imagine o batimento cardíaco dele quando enfrentar, fora de casa, os times “do tamanho” dos citados… Como dividi com vocês semana passada, as partidas no Rio (como a do Engenhão, contra o Botafogo), serão as de que mais precisaremos ir para empurrar esse time para o ataque, com equilíbrio, sem covardia. Não temos visto isso, especialmente sem Sornoza, o craque do time, que é substituído por um volante, o bom Wendel, porém, carregador de bola e velocista, com outra característica. É verdade quando Abelão afirmou que não mudou o esquema do time, mas o corpo do time muda porque é a característica do jogador, especialmente, do mais importante setor, o meio-campo, que trava ou faz o time fluir. Sem um meia de criação, mesmo com volantes que apoiam relativamente bem o ataque, o time trava se enfrenta retrancas. Como as enfrentaremos nesses “FlaxFlus” na luta pela conquista de não sermos rebaixados? Então, se Abel, que, como qualquer ser humano, comete erros e sente inseguranças e indecisões, mas que tem exagerado nos erros, afinal, vencemos menos de 1\3 dos jogos no Brasileiro, contra times a quem não temos nada a dever, mesmo com as contusões no elenco e problemas de atrasos de salários que não são exclusivos do Fluminense. São vergonhosas 9 vitórias em 30 jogos! O mesmo número de vitórias do primeiro do Z4, apenas uma vitória a mais do que os segundo e terceiro que hoje, cairiam; para não citar o pior e mais preocupante: são só duas vitórias a mais do lanterna e praticamente rebaixado, Atlético-GO. É o “Sistema Medroso” do Abel. Sem Sornoza e sem meia de criação para substituí-lo, é centralizar Scarpa, deixar Wendel (ou Orejuela) como elemento surpresa (nunca na criação) e pôr mais um atacante. Ou dois, se considerarmos que Marcos Júnior seja apenas um rapaz muito esforçado e veloz que tenta jogar futebol. O Ceifador retorna. Que bom por tudo, inclusive, porque Pedro está sendo queimado. O menino é bom, mas joga tenso e ansioso para fazer o certo e sentindo cada erro como se fosse o fim do mundo, lembrando o Richarlison de 2016. Falando no Rich, pergunta que não quer calar: por que Robinho não é titular para ganhar sequência e encaixar? Por fim, sobre o FlaxFlu de verdade pela Sula: eliminar o Flamengo dará um gás a mais e prazer. Ser eliminado será chato, irritante, mas não poderá nunca, jamais, em segundo algum, nos tirar a força para “os FlaxFlus” principais do ano: os do Campeonato Brasileiro. Fraternalmente, ST.

Bacharel em Direito com Especialização em Gestão Profissional no Futebol pelo Centro Universitário Internacional. Escrevo sobre futebol desde 2009 quando comecei no Jornal da Cidade, Niterói. Com passagens pelo FEA, Flu&Etc e Panorama Tricolor, desarmo melhor que o Richard, cruzo melhor que o Leo, marco melhor que o Airton , lanço melhor que o Jádson, finalizo melhor que o Marcos Jr, corro mais que o Gum e jogo mais que o Pedro. Ops, "esta" foi mentira. Rs.

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