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Não tem nada a ver com a Chape

Nina Lessa
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E teve porrada no final da Copa do Brasil. Como várias vezes, em finais de jogos, principalmente finais de campeonato. Comum. “Ah, mas cadê a união de clubes que tanto se mostrou com a Chape?!” Ela existe, ué. Só que é final. Teve provocação. Valia título, grana, posição. Tá certo voar no adversário? Não. Tô defendendo quem foi bater? Também não. Justifica? Claro que não, gente. Mas isso não tem nada a ver com a Chape. O mundo futebolístico se reunir por um clube é lindo e foi de verdade. A gente chorou por vários motivos, quem não é fã do esporte e quem vive por isso. Mas foi uma final. Na final você não sabe o que tá fazendo. Você esquece que pode ser demitido, hospitalizado, cortado pela Globo porque mandou um palavrão ao vivo. Você xinga o Papa, meu amigo, não tá nem aí. Depois você se arrepende, pede desculpas na coletiva e pode até perder um patrocínio. Mas ali, no campo, no apito final? Foda-se. Então dá pra entender. Continua errado, não é maneiro e o papel da imprensa é cair em cima. Mas vendo na TV, mesmo não torcendo pra nenhum dos lados; aqui onde já perdi e ganhei final sem nem ter jogado: entendo pra caralho. E a Chape? Continua em nossos corações, ainda nos respeitamos. Mas na final… Só finalista sabe. Campeão ou vice. renato

A Nina Lessa tem 30 anos, fez jornalismo e mora em Copacabana, mas nasceu em Maceió e foi criada na Tijuca. Segundo ela, não escolheu ser tricolor: foi o Fluminense que a escolheu. Ela não tem papas na língua - fala mesmo. E agora ela fala aqui, no NETFLU.

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