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Última atualização: 09/11/2024

“Não sou contra estrangeiro no Brasil, mas à forma como estão aqui”, opina diretor de futebol do Fluminense

Em entrevista ao Podsim, do canal TV Carioca da Gema, no youtube, Paulo Angioni falou sobre sua experiência de décadas no futebol. Em dado momento, o diretor-executivo de futebol do Fluminense dissertou sobre a quantidade de profissionais estrangeiros no Brasil e se colocou de uma maneira de certa maneira polêmica, mas não inédita para o torcedor tricolor. E para quem gostaria de ver um técnico gringo no Flu, as chances, pelo visto, são reduzidas.

– Lá no início falei internamente que era um absurdo ceder tanto espaço para o estrangeiro no Brasil. Nada contra o estrangeiro no Brasil, mas acho que cinco estava de bom tamanho. Não tinha necessidade de aumentar para oito. A mesma coisa os treinadores. A gente permitiu durante muito tempo falar que o que tudo que é novo é aposta. Que aposta? Novo é renovação. Que tem de ser feita. De tanto se falar em aposta, alguém foi do lado de fora, contratou, deu certo e virou moda. E o pior é que a CBF estimula que você estude, fazer cursos que não são baratos e qual é o espaço de trabalho? Nenhum – disse Angioni, que seguiu:

– Eu aceito as excepcionalidades. Até aceito a excepcionalidade do treinador. O que não aceito é o domínio do mercado. Isso que discuto muito. Tanto jogador, quanto do treinador. Eu discuto a quantidade de pessoas no mercado. Não sou contra nada (estrangeiro no Brasil). Sou a favor do aproveitamento daqueles brasileiros que se dedicaram e estudaram e que merecem o espaço e que não podem ser considerados como apostas. Eu não sou contra o estrangeiro no Brasil, mas a forma como estão no Brasil.