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Mário não garante voto online na eleição do Fluminense em 2022

Paulo Brito

Proposta eleitoral das campanhas de Pedro Abad, em 2017, e de Mário Bittencourt, em 2019, o voto online pode, mais uma vez, subir no telhado. O NETFLU apurou que, em reunião realizada pelo Conselho Deliberativo (CDEL), de forma virtual, na noite da última segunda-feira, o presidente do Fluminense não garantiu que o modelo estará disponível para as eleições do ano que vem.

Questionado sobre a viabilização do voto online nas próximas eleições, Mário informou que já foram iniciados estudos técnicos sobre a melhor forma de realizar, mas que o ponto principal é a viabilidade legal. O mandatário tricolor entende que esta situação deve ser apresentada ao CDEL para, em seguida, ser realizada uma Assembleia Geral.

Para o dirigente, o ponto a ser analisado é se o voto à distância não pode ser considerado voto por procuração, já que o eleitor teria que receber uma senha, o que não é permitido pelo estatuto atual. Ele ainda entende que deva ser analisado se o voto online pode e deve ser implantado já para as próximas eleições, em 2022, ou se somente seria válido na eleição seguinte.

O presidente do Conselho Deliberativo, Braz Masullo, informou que o assunto entrará na pauta do CDEL em breve e que já iniciaram contatos com clubes que já realizam voto à distância, mas acredita que é possível adotar a votação online nas eleições do próximo ano.