Notícias
Youtube
Palpites
Casas de apostas
Guias
Comunidade
Contato
WhatsApp

Mano avalia excesso de cruzamentos do Fluminense no empate com o Criciúma

Rodrigo Mendes

O Fluminense ficou num frustrante empate de 0 a 0 com o Criciúma, na última terça-feira (26), no Maracanã, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. Diante da dificuldade de furar a retranca adversária, a equipe tricolor recorreu aos cruzamentos para a área. Foram 44 no total. Número que Mano Menezes admite ser excessivo. Na visão do treinador, acaba sendo um recurso utilizado pelos jogadores quando não conseguem superar a marcação oponente.

Mano fala admite excesso de cruzamentos no Fluminense

— Quando a gente faz o gol, você fala que a gente achou o gol, daí é injusto. Aí temos que ser justos com o jogo. A gente não achou, a gente cruzou a bola e fez um gol de cruzamento. Acho 44 cruzamentos uma demasia. Já falamos sobre esse assunto. Você geralmente, quando a gente tem dificuldade, você traz os cruzamentos que a equipe fez. É tão óbvio isso no futebol que todas as equipes cometem o mesmo equívoco quando elas não encontram as soluções. Que devem, que querem encontrar, que entende, ela exagera no cruzamento da área, tá? Isso acontece com todo mundo – iniciou, prosseguindo:

— Claro que é uma demasia, a gente fez hoje alguns cruzamentos de boa qualidade. Um deles, trabalhamos essa semana para tentar achar no chão a bola. O Arias fez um cruzamento maravilhoso, acabou chegando uma fraçãozinha de segundo atrasado. É esse tipo de bola que acredito que tem a ver mais com a característica da nossa equipe. É óbvio que na segunda parte a gente cruzou sem qualidade, cruzou de qualquer jeito e isso não vai nos dar nada. Mas eu entendo a ansiedade. O torcedor apressa o jogo, você se sente às vezes sem a solução para aquilo que você precisa ter no jogo e se opta pelo mais simples. É bem mais difícil fazer da maneira mais simples o gol e é por isso que a gente sai com zero a zero.

Rodrigo Mendes, pai da Giovana, é um jornalista e tricolor de coração de 43 anos. Formado pela Facha, trabalhou no Lance, no site Justiça Desportiva e também como assessor de imprensa.

Leia mais