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Fifa alterará as regras sobre os direitos econômicos dos jogadores, diz jornalista

Redação

Um dos temas mais discutidos no futebol moderno, os direitos em torno dos atletas passará por mudanças. Em post no blog “Lei em campo”, lincado a Uol Esportes, do jornalista Andrei Kampff, as alterações são explicadas. Entenda a situação na postagem do repórter:  “Fim de semana chegando. Hora do Esporte das Letras. E, naquelas andanças pelas livrarias de São Paulo, o Alexandre Barreto encontrou um livro que traz como tema um assunto muito atual nas discussões no mundo esportivo: direitos econômicos de jogadores de futebol. Um assunto que a FIFA já avisou que terá novidades a partir do meio do ano: jogadores não serão mais terceiros (ufa…) e poderão passar a deter percentual sobre direitos econômicos sobre o trabalho dele! Claro que a gente vai tratar disso mais pra frente aqui no Blog. Fato é que todos discutem há bastante tempo sobre essa crescente mercantilização do jogador, e a questão financeira interferindo diretamente no trabalho do atleta. Por isso, os direitos econômicos estão sempre na pauta principal do esporte. Pra quem se interessa sobre o assunto, dá uma olhada nessa resenha do Alexandre Barreto, pós-graduado em língua portuguesa e colunista do Lei em Campo,  sobre o livro de Luiz Marcondes. Livro da semana: “Direitos econômicos de jogadores de futebol” Em 2015 a Fifa alterou as regras que regiam a comercialização de atletas de futebol. Proibiu-se que empresários (ou empresas) tivessem participação nos direitos econômicos de jogadores. Buscava-se, como isso, fazer com que os clubes fossem os detentores de tais direitos, consequentemente reforçando-se financeiramente, na medida em que não ficariam nas mãos dos empresários – que muitas vezes, de olho apenas no próprio bolso, pressionavam os clubes a negociar atletas, mesmo que isso não fosse do melhor interesse do clube –, como sempre aconteceu no futebol. É sobre isso que trata nosso livro da semana, “Direitos econômicos de jogadores de futebol: lex sportiva e lex publica. Alternativa jurídica às restrições de compra e venda de direitos sobre o jogador”. Nas palavras do autor, “devido à exacerbada mercantilização do jogador, a influência do negócio na relação laboral desportiva, a falta de transparência financeira e outros conflitos de interesse entre o capital e o desporto, o sistema FIFA regulou o comércio desses direitos, impondo restrições”. Criou-se, entretanto insegurança jurídica quanto aos limites impostos para a comercialização de atletas. Em um trabalho minucioso e claro, Luiz Fernando Marcondes aborda a natureza jurídica da relação entre clube e jogador, a vinculação do clube e do jogador ao sistema FIFA, delineia e explica o contrato de trabalho em questão, expondo partes, forma, registro, prazo… E não se furta, ao final, de apontar alternativas a esses terceiros que até então detinham os direitos econômicos de jogadores de futebol. “POR TODAS AS LIÇÕES E ILAÇÕES SUPERADAS, SOMENTE CLUBES ESTÃO PLENAMENTE AUTORIZADOS A OSTENTAR OS DIREITOS ECONÔMICOS. CONTUDO, O MERCADO FUTEBOLÍSTICO ANSEIA POR ALTERNATIVAS PARA O NOVO CENÁRIO, SEJAM ELAS COMERCIAIS OU JURÍDICAS, E ESPECIALMENTE O MERCADO BRASILEIRO (…). INFERIMOS SER POSSÍVEL CONSTITUIR UM NEGÓCIO COM TERCEIROS DE CARACTERÍSTICAS SIMILARES E COM O MESMO ANIMUS DO NEGÓCIO DIREITOS ECONÔMICOS, CAPAZ DE TER VALIDADE JURÍDICA E, PRINCIPALMENTE, DE NÃO SER PROIBIDO PELO SISTEMA FUTEBOLÍSTICO.” Para conhecer a fundo o assunto e a alternativa apontada pelo autor, essa é leitura imprescindível – com a vantagem de um texto fluido e leve, acessível, porém preciso! Direitos econômicos de jogadores de futebol: lex sportiva e lex publica. Alternativa jurídica às restrições de compra e venda de direitos sobre o jogador Editora Juruá 188 páginas”

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