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Especial Copa: Muita emoção, pouco futebol

Crys Bruno

Oi pessoal! Com destaques para a eliminação da “sem gás Alemanha”, atual campeã, e a ressurreição da Argentina nos minutos finais, a Copa nos proporciona emoção atrás de emoção, menos tecnicamente. A Rússia nos dá a competição mais animada e imprevisível do século e, excetuando duas ou três, qualquer Seleção classificada pode ser campeã. A queda brutal de recursos técnicos exigidos, minimamente, para cada posição, de pelo menos 90% dos jogadores de futebol no mundo, além de nivelar os melhores, diminui a diferença entre o “favorito” e o “azarão”. Já nas oitavas não será surpresa que a badalada França – time de contra-ataque – caia diante da desprezada Argentina, que tem uma defesa fraca mas tem um gênio da arte de jogar futebol: Messi. E que, no mesmo dia, ele,  o questionado melhor jogador do mundo siga às quartas e, o mais comentado até aqui, Cristiano Ronaldo, esbarre na retranca uruguaia e dê adeus. Que a Espanha, sem brilho, por ser o único time que tem dois meias que desequilibram (Iniesta e Isco) consagre as divisões de base cujo perfil é formar jogador técnico, como sempre foi a nossa escola, desprezada pelos “professores”. O problema da “Roja” é o restante do time achar que joga mais do que joga (como os alemães acharam) e complicar. Ainda assim, seu caminho está “aberto” para, ao menos, chegar às semi-finais. Semi-finais que acredito também veremos o Brasil chegar, apesar “dos Paulinhos” da vida… De uma desmoralizante participação em 2014 para a glória em 2018, contamos com uma zaga que até aqui faz uma Copa perfeita, embora passe a ser determinante que Gabriel Jesus, Coutinho e Neymar encaixem as triangulações, passes e finalizem com mais simplicidade. Neymar, sem ritmo e ansioso para “fazer chover” – tendo talento para isto – já se soltou mais contra a Sérvia. Gabriel Jesus, que ainda não achou seu espaço, muito preso, sem se deslocar em campo, poderia cair mais para o lado direito, para fazer um-dois com William, sem se importar em fazer o gol, mas atuar, aparecer, tentar o lance como Coutinho e Neymar tentam. Com Miranda e “o monstro” Thiago Silva mantendo a precisão e categoria, donos do espaço defensivo; Gabriel Jesus entrando mais no jogo, como William e a dupla Neymar e Coutinho falando cada vez mais a mesma língua, o Brasil, com camisa e sem invenções táticas, chega forte nesse mata-mata. Fato é que a Copa de 2018 nos trouxe já muitas emoções e um nível técnico preocupante, muito baixo. E sem Itália e Holanda! Das sete Copas que acompanhei, essa é disparada a mais fraca, sem nenhum time que nos encha os olhos. Como canta Humberto Gessinger dos Engenheiros do Hawai: “Todos iguais, todos iguais mas uns mais iguais que outros.” Seja a diferença, Brasil! Toques rápidos – Bem-vindo, Marcelo Oliveira! Que o senhor seja o técnico ousado e coerente do Cruzeiro e, principalmente, não passe para os jogadores que eles são piores que o 99% dos times que enfrentamos, que o adversário também não é nenhuma Coca-Cola. Obrigada. – Nosso novo treinador dá fim ao esquema com três zagueiros. Começa muito bem. Porque até a trinca usada por muitas seleções na Copa tem um cara que atuou ou atua como lateral e não três postes como Abel usou. – Além disso, só temos Gum e Ibañez na posição. A saída de jogador não para. – O Fluminense está sendo DESTRUÍDO há quase oito anos por incompetentes, mentirosos e trambiqueiros que insistem com o discurso cadavérico da “reformulação”. – Que os tricolores responsáveis se unam e destituam do clube esses lobos ferozes pelo poder, que nada entendem nem aprenderam sobre futebol no campo, o mais rápido possível. Será o título do ano e determinante para nos tirar de onde eles, incluindo Abel, nos deixaram: a dois passos do Z4. Fraternalmente, ST!

Bacharel em Direito com Especialização em Gestão Profissional no Futebol pelo Centro Universitário Internacional. Escrevo sobre futebol desde 2009 quando comecei no Jornal da Cidade, Niterói. Com passagens pelo FEA, Flu&Etc e Panorama Tricolor, desarmo melhor que o Richard, cruzo melhor que o Leo, marco melhor que o Airton , lanço melhor que o Jádson, finalizo melhor que o Marcos Jr, corro mais que o Gum e jogo mais que o Pedro. Ops, "esta" foi mentira. Rs.

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