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Efeito Caio Paulista: sentir falta do Nenê

Crys Bruno

Oi, pessoal.

Após sagrados 8 jogos invictos, nosso Fluminense, (mal) treinado por Odair, no entanto, dizem, bem administrado como comandante técnico, foi derrotado pelo Grêmio, no Maracanã. 

É importante frisar que falamos de uma invencibilidade da mesma maneira que da desdita do último final de semana..

Importante, pois falamos do mesmo time quando ganha, quando empata, quando perde: que entra em campo para se defender, pouco ataca e nesse “pouco” acha um gol.

Proposta reativa, de que não gosto como torcedora e consumidora, quando usada, pede, como a pró-ativa, jogadores com características certas, exercendo funções necessárias nos espaços que estão posicionados.

Odair, embora com 2 anos e 11 meses como técnico, como enfatizou numa entrevista à SporTV, mas ex-jogador, faz escolhas inadmissíveis, principalmente, nos setores de criação, articulação, transição, onde o futebol, ao contrário de suas convicções “rugbinianas”, pede inspiração, inteligência, poder de decisão, mais recurso técnico do que físico.

Muito por isso, o retorno de Nenê, mesmo fora do espaço da sua posição de origem, em que o “Odair-ball” transforma em marcador na lateral defensiva, por isso, mais centralizado, pois, se se centraliza nos livra da escolha aviltante pelo Caio Paulista, já que, após “matar” o futebol do Marcos Paulo, seu esquema engessado e destruidor, está nos tirando Michel Araujo.

O uruguaio que deu ao time volume de jogo ofensivo num sistema de jogo em que o ataque inexiste por atuar em bloco baixo – nome moderno para retranca – tornou-se marcador que corre atrás do adversário.

Michel Araujo é o destruído da vez: rói o osso o 1° tempo todo e, exausto, sem tocar na bola, distante da área, além da queda brutal de produção técnica, quando o jogo abre no 2° tempo, ficando bom para ele jogar, é sacado.

E dele, aquela parte da torcida que cobra vontade, raça, blá, blá, blá, não pode abrir o bocão sem se perguntar ou se propor a enxergar o esquema medonho e destruidor da pequenez tática do novato técnico Odair Hellmman. 

Ele nunca foi meu herói domingo algum. Bandido na quarta? Vixe! Tanto, tanto, que nem mais quarta-feira temos porque seus erros determinaram eliminações precoces.

Agora só peço que ele tenha discernimento e melhore um pouco, ao menos, na escolha dos jogadores e substituições. 

Não espero mudanças. Não anseio por isso de ninguém. Mas, melhorar, sim. 

Caso contrário, esse estagnado, previsível, mal treinado e prostrado Fluminense de Odair – voltou a morrer no 2° tempo mesmo sem atuar no meio de semana! – vai perder a vaga para Libertadores mais fácil (já vista) de se conquistar nesse que deve ser o pior Brasileiro em termos técnicos que acompanhei em meus 35 anos vendo futebol.

ST.

Ataque, Fluzão!

Bacharel em Direito com Especialização em Gestão Profissional no Futebol pelo Centro Universitário Internacional. Escrevo sobre futebol desde 2009 quando comecei no Jornal da Cidade, Niterói. Com passagens pelo FEA, Flu&Etc e Panorama Tricolor, desarmo melhor que o Richard, cruzo melhor que o Leo, marco melhor que o Airton , lanço melhor que o Jádson, finalizo melhor que o Marcos Jr, corro mais que o Gum e jogo mais que o Pedro. Ops, "esta" foi mentira. Rs.

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