Este projeto pretende facilitar clubes no pagamento de dívidas fiscais, com contrapartidas para quem não cumprir, como até o rebaixamento por exemplo, para quem atrasar pagamentos de salários ou sonegar impostos. Uma comissão de clubes foi criada pela CBF para intermediar as conversas com o movimento dos jogadores. Na última quarta, integrantes do Bom Senso foram a Brasília conversar com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, mas saíram de lá frustrados. Reclamam que os representantes de clubes foram ao governo com uma proposta diferente da acordada anteriormente. O presidente do Coritiba, Vilson de Andrade, e representante da CBF, deu outra versão. – O Bom Senso quis incluir alguns pontos no projeto que a CBF e os clubes não concordam. Eles querem um teto para gastos com futebol de 70% do faturamento do clube, nós não. Eles querem um prazo de adaptação ‘a nova lei de dois anos, nós queremos três. E houve divergências sobre o formato do órgão fiscalizador das finanças dos clubes. A CBF, que vai pagar a conta, quer uma estrutura mais enxuta – explicou.