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Atuações NETFLU – Santa Cruz 2 (2) x 0 (3) Fluminense

PV Vasconcellos

RODOLFO – NOTA: 7,5 – Se não fosse por suas defesas no tempo normal, o Fluminense poderia até ter sido eliminado com a bola rolando. Nas penalidades máximas, defendeu duas e garantiu a classificação tricolor, evitando um vexame maior no Arruda. GILBERTO – NOTA: 4,0 – Teve duas boas finalizações de fora da área que obrigaram o goleiro adversário a fazer boas defesas, mas deu alguns vacilos atrás e também pecou no último passe, principalmente nos cruzamentos. Nos pênaltis, foi o único atleta tricolor a desperdiçar sua cobrança. NINO – NOTA: 4,5 – Vinha fazendo uma partida segura, mas cochilou feio no lance do segundo gol do Santa Cruz ao permitir que a bola sobrasse para o atacante do clube pernambucano, que avançou, ganhando do zagueiro na corrida, e ficou cara a cara com Rodolfo. Faltou atenção. MATHEUS FERRAZ – NOTA: 7,0 – Beirou a perfeição nas rebatidas de bola. Tanto pelo alto, quanto por baixo, cortou todas com a sua frieza e consciência de sempre. Vem se mostrando até aqui uma das, se não a melhor contratação do Fluminense para a temporada. CAIO HENRIQUE – NOTA: 4,5 – Deu muito espaço às suas costas e também pecou no último passe quando chegou à frente para armar as jogadas. Demonstra qualidade com a bola no pé, mas é fraco na marcação, o que preocupa para o restante do ano. AIRTON – NOTA: 3,5 – Entrou em campo dormindo. Perdeu, em mais de uma oportunidade, a bola na entrada da área tricolor em lances que poderiam ter terminado em gol do adversário. Ao menos na disputa por pênaltis, fez o seu, finalizando com calma e categoria. BRUNO SILVA – NOTA: 5,5 – Partida de regular para boa do volante. Prendeu demais a bola em alguns momentos, mas acertou a maioria dos passes e também teve um bom aproveitamento nos botes defensivos. ALLAN – NOTA: 5,0 – Jogando mais avançado, produziu pouco na frente. Atrás, marcou com eficiência e cumpriu seu papel de forma responsável. EVERALDO – NOTA: 4,0 – Tentou imprimir velocidade pelo lado esquerdo e chamar o jogo para si, mas errou mais do que acertou. Teve dificuldades também nos passes, errando alguns bobos que nem mesmo um atleta juvenil erraria. YONY GONZÁLEZ – NOTA: 3,0 – Precisa, urgentemente, treinar mais finalizações. Teve mais de uma bola com condições boas de arrematar no gol e aumentar a vantagem tricolor na partida, em duas isolou e em outra tentou servir Luciano, mas errou o passe. LUCIANO – NOTA: 3,5 – Teve em seus pés a melhor chance do Fluminense no jogo. Logo aos 12 minutos, com a partida em 0 a 0, recebeu passe açucarado de Everaldo, bateu na saída do goleiro e jogou para fora. Lances como esse em um jogo de mata-mata não podem ser desperdiçados. Ao menos concluiu bem sua cobrança nas penalidades. (PEDRO) – NOTA: 5,5 – Entrou na fogueira como um provável “salvador da pátria” logo após o Santa Cruz marcar dois gols em sequência. No jogo, teve dificuldades com a bola nos pés e ainda demonstra falta de ritmo, algo que vai readquirir com o tempo. Nas penalidades, guardou o seu em batida de segurança no meio do gol. (LÉO ARTUR) – SEM NOTA – Entrou já nos acréscimos e pouco tocou na bola. FERNANDO DINIZ – NOTA: 4,0 – Certos critérios são difíceis de entender. Poderia ter feito uma substituição simples colocando Léo Artur ou Daniel na vaga de Ganso e mantido Allan no time titular, que foi um dos melhores em campo contra o Luverdense e o Santa Cruz na partida de ida. Em vez disso, optou por um esquema com três volantes, prejudicando um pouco a criação da equipe pelo meio, que sentiu falta na precisão daquele último passe. Ao menos desta vez não lançou Dodi.

Paulo Vitor Vasconcellos tem 23 anos, é tricolor fanático, escritor e jornalista formado em 2016 pela Universidade Veiga de Almeida. Trabalhou, de 2015 a 2018, como redator de esportes e, posteriormente, de cinema no portal VAVEL Brasil, cobrindo o Fluminense e a Comic Con Experience 2016 e 2017. Autor do livro Olhos de Lázzuli, ficção e fantasia voltada especialmente para o público infanto-juvenil. Exercer a função de repórter no NETFLU

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