CAVALIERI – Nota: 6,0 – Foi um espectador privilegiado da partida, tendo quase nenhum trabalho durante os 90 minutos de jogo. JONATHAN – Nota: 6,0 – Se no setor ofensivo não apareceu, defensivamente se comportou bem, fechando os espaços nos avanços do Alvinegro. HENRIQUE – Nota: 6,0 – Partida segura no setor defensivo, embora ainda assuste quando tem que encarar um defensor sem uma cobertura adequada. No ataque, quase marcou, cabeceando rente ao gol do Botafogo. GUM – Nota: 6,0 – Assim como o seu companheiro, não deu sustos na equipe, jogando o “feijão com arroz” que dele se espera. GIOVANNI – Nota: 5,0 – Limitadíssimo. Se não comprometeu, também não fez nada que merecesse algo além de um cinco. (AIRTON) – Nota: 5,5 – Entrou e não comprometeu, sendo até mais firme do que de costume na marcação. PIERRE – Nota: 5,5 – Leão de chácara. Fez seu papel de marcador, mas também errou alguns passes bobos. Contundido, deixou o campo no final do primeiro tempo. (DOUGLAS) – Nota: 6,5 – Entrou muito bem. Firme e, ao mesmo tempo, mais técnico que Pierre, contribuiu, inclusive, para o gol, quando roubou a bola no campo de ataque do Fluminense. EDSON – Nota: 6,0 – Partida discreta, como todo volante gosta de ter. Fundamental taticamente, o atleta conseguiu anular as jogadas, sobretudo na intermediária defensiva do Time de Guerreiros. CÍCERO – Nota: 6,5 – Perdeu gols de todos os jeitos possíveis quase. Aparecia quase sempre muito bem no ataque, mas faltava um pouco mais de capricho para estufar as redes. SCARPA – Nota: 7,5 – Dono do time. Praticamente todas as chances do Flu passaram pelos pés dele. No segundo tempo, cansou um pouco, mas continuou ditando o ritmo da equipe. RICHARLISON – Nota: 6,0 – Voluntarioso, técnico, porém ainda muito afobado. Pode ser muito útil, sobretudo se deixar um pouco a ansiedade de lado. (MARCOS JUNIOR) – Nota: 6,0 – Botou fogo na partida, apesar de demonstrar, em alguns momentos, mais irritação do que o necessário. Fosse menos expansivo, poderia ter contribuído ainda mais com o time. FRED – Nota: 7,0 – Pode ser mais pesado do que todos os outros atletas em campo, mas tem se dedicado cada vez mais em buscar jogo e tentar se movimentar. Mostrou seu faro de gol, no início do segundo tempo, quando teve muita tranquilidade para mandar a bola para as redes. LEVIR CULPI – Nota:6,5 – Percebeu que tinha cometido um baita erro ao retirar Richarlison do time e deu nova chance ao garoto. Em compensação, insistiu em Pierre, que acabou saindo de campo contundido. No fim das contas, suas alterações tornaram o Flu ainda mais perigoso, sobretudo nos contra-ataques. Não fossem os pecados de finalização de seus atletas, o Tricolor teria vencido o Botafogo por uma vantagem maior.