DIEGO CAVALIERI – NOTA 3,0 – Vive má fase, mas teve uma atuação esquisita. Apático, corre para não chegar nos lances. Foi assim duas vezes e, em uma delas, o Grêmio fez o segundo gol com Pedro Rocha. Praticou duas boas defesas no decorrer do jogo. LUCAS – NOTA 4,0 – Apoia muito, mas se esquece que lateral também precisa marcar. Dá muitos espaços. NOGUEIRA – NOTA 1,0 – Expulsão exagerada, mas foi infantil ao cometer falta no meio-campo, em um lance que a defesa tinha chance de se recuperar na jogada. HENRIQUE – NOTA 6,0 – Muito nervoso, não deixou a tensão tomar conta do seu futebol. Tem sido um dos poucos da defesa a se salvar e hoje não foi diferente. LÉO – NOTA 4,5 – A limitação habitual, mas hoje, pelo menos, se apresentou mais para o jogo. Cruza melhor com as mãos do que com os pés, mas não se escondeu. OREJUELA – NOTA 3,0 – Caiu de produção há algum tempo. Deu bote errado no primeiro gol do Grêmio e tem sido pouco combativo. Para um volante, desarma pouco. WENDEL – NOTA 6,5 – Sempre um prazer vê-lo jogar. Após a lesão de Wellington Silva, se tornou no melhor do Flu no ano. Desarma e ainda têm fôlego para levar o time a frente. Saiu machucado. *RENATO – NOTA 2,0 – Não sabia se era ponta ou lateral. Completamente perdido em campo e errando tudo. DOUGLAS – NOTA 2,5 – Entrou em campo? Muitos passes horizontais e mais nada. *LUIZ FERNANDO – NOTA 4,5 – Atuação correta. Fez bem o papel como primeiro volante. GUSTAVO SCARPA – NOTA 4,0 – Jogou 25 minutos. Tentou passes e lançamentos, mas teve pouco tempo para desenvolver seu futebol. *REGINALDO – NOTA 3,5 – No primeiro lance em campo, fez linha burra com Orejuela e o Grêmio ampliou para 2 a 0. Como o adversário desacelerou, não comprometeu no restante. RICHARLISON – NOTA 4,0 – Muita disposição e correria. Já na finalizações… HENRIQUE DOURADO – NOTA 5,5 – Brigou pela bola e com a bola. Mas ganhou a torcida com sua garra. Não desiste das jogadas. Mesmo limitado, busca, objetivamente o gol. Acertou uma no travessão. ABEL BRAGA – NOTA 3,0 – Ruim com ele, pior sem. Porém, mais uma vez, fez substituições inexplicáveis. A saída de Scarpa minou com qualquer chance de reação, por menor que ela tenha sido. A entrada de Luiz Fernando serviu para preencher mais o meio, mas a escolha por Renato tendo Matheus Alessandro e Marquinhos Calazans no banco foi inconcebível.