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Atuações NETFLU – Boavista 3 X 1 Fluminense

Rodrigo Mendes
Júlio César – Nota: 4,5

Sem culpa nos gols do Boavista, mas se precipitou numa saída e quase levou por cobertura de Leandrão. Dudu – Nota: 4,5 Com a bola no pé, demonstrou qualidades. Teve, porém, dificuldade na marcação, como no segundo gol do Boavista, quando Erick Flores recebeu lançamento às suas costas. (Evanílson, 23 do 2ºT) – Nota: 3,5 Fora de posição, deixou demais a desejar na marcação. Cometeu pênalti que selou a vitória adversária. Reginaldo – Nota: 3,5 Foi mal na saída de bola e também no posicionamento. Frazan – Nota: 3,5 Outro que esteve perdido em campo. Tarde ruim do defensor. Ayrton – Nota: 6 Foi boa opção ofensiva pelo lado esquerdo. Um dos poucos a se salvar do fiasco. Luiz Fernando – Nota: 5 Limitou-se a marcar a maior parte do jogo. No início da partida ainda ensaiou participações em algumas triangulações pelo meio de campo. (Ramon, 23 do 2ºT) – Nota: 5,5 Chegou a fazer um par de boas jogadas. Pouco, mas ajudou de alguma forma. Marlon Freitas – Nota: 5,5 Começou bem na partida e teve participação no gol do Fluminense. Caio – Nota: 6,5 O melhor do time. Por mais que tenha oscilado, mostrou qualidade nas jogadas ofensivas e foi oportunista para marcar o gol do Fluminense. Na marcação, teve dificuldades e foi expulso no fim por parar contra-ataque com carrinho por trás na entrada da área tricolor. Robinho – Nota: 5,5 Foi de jogador mais importante na articulação do time no primeiro tempo a peça apagadíssima no segundo. (Patrick, 34 do 2ºT) – Nota: 4 Foi muito pouco acionado nos pouco mais de dez minutos que esteve em campo. Romarinho – Nota: 5 Atacante se entregou muito durante o primeiro tempo. Teve duas chances de marcar e desperdiçou. (Lucas Fernandes, intervalo) – Nota: 4 Algumas ciscadas e zero produtividade. Pedro – Nota: 5 Chamou atenção por lance de plasticidade ao finalizar de bicicleta para rebote do goleiro Rafael e gol de Caio. Abel Braga – Nota: 4,5 Praticamente sem time para escalar, fez o que deu com as peças que tem à disposição. A atuação do Fluminense, porém, deixou a desejar.

Rodrigo Mendes, pai da Giovana, é um jornalista e tricolor de coração de 43 anos. Formado pela Facha, trabalhou no Lance, no site Justiça Desportiva e também como assessor de imprensa.

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