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Artilheiro nega corpo mole do grupo e cobra: “Nós precisamos receber”

Redação

Henrique Dourado, como se diz no popular, sempre colocou a “boca no trombone”. Nunca negou os problemas de ordem financeira no Fluminense e admitiu que atrapalharam durante toda esta temporada. – O clube tem de correr atrás, nós precisamos receber, temos direito como qualquer trabalhador. Mas não teve sacanagem nesse time, ninguém abandonou o barco – garantiu. O Ceifador disputou 56 jogos na temporada, marcou 32 gols e deu quatro assistências. Foi o artilheiro do país em 2017.

Tudo sobre o Fluminense reunido no site número 1 da torcida tricolor.

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