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A virada para a virada

Crys Bruno

A vitória de virada contra o Botafogo foi santa em vários aspectos que, além de nos afastar da degola, renovou o moral da equipe. Outros detalhes também foram fundamentais e o principal dele: o espírito ofensivo de jogo, incluindo Abel, que parecia conformado com o futebol apático e acovardado que seu time vinha demostrando. Quando Richard se contundiu e ele manteve a decisão de pôr o Matheus Alessandro, deslocando o Norton como primeiro volante, Abel apertou a tecla da vitória, que poderia não vir, mas veio porque ele escolheu a ofensividade. Como os laterais viraram pontas, não foi surpresa vê-lo em velocidade no ataque. Outro dia mesmo até Lucas fez o seu. Lindo ver o menino jogar-se na grama, sem saber como comemorar após sair de Padre Miguel e marcar seu primeiro gol como profissional. Gol com uma importância sem medidas. A virada para a virada que veio aos 42 minutos do segundo tempo (ainda nos ajudou a evitar que recuássemos e déssemos chance do adversário reagir). Agora é outro “FlaxFlu do Brasileirão”, quinta-feira, às 21h, Maraca, quando receberemos o Coritiba. Como pedi em podcast na última sexta, ataquem! Levou um gol, ataquem! Fez 1×0, ataquem! Se Abel ajudar como fez no clássico, melhor ainda! A vitória nessa quinta será fundamental para eliminarmos praticamente o risco do rebaixamento, dando maior tranquilidade para que o futebol do time flua sem receios nas duas partidas fora de casa, Cruzeiro e Corinthians, para chegarmos diante da Ponte Preta e do Sport sem qualquer risco de queda e até almejarmos uma vaga na Libertadores. Para isto, Abel tem que ser o Abel do Clássico Vovô e os jogadores precisam ter a postura ofensiva e a autoconfiança, na certeza de que, como time não deixamos desejar a ninguém; ninguém é melhor ou maior que vocês a ponto de jogarem como se fossem um Íbis (com todo respeito e carinho) enfrentando um Barcelona. Ataquem! Fizeram 1×0, ataquem! Levaram 1×0, ataquem. Com equilíbrio, joguem futebol. E que nunca mais se posicionem com 9 atrás da linha da bola como proposta de jogo. Com marcação alta e próxima do adversário, no bote ou mesmo para cercar; com a posse de bola, vertical, buscando a tabela, sem excessos no jogo aéreo, bola no chão, como nos nossos 2 gols da vitória de sábado. Venha, Coritiba. Ao Maraca, galera tricolor! Vamos juntos, jogador e torcida, CEIFARMOS todo mal e sorrirmos novamente, para que 2018 seja um ano digno à altura do Fluminense e da maioria de vocês. Fraternalmente, ST.

Bacharel em Direito com Especialização em Gestão Profissional no Futebol pelo Centro Universitário Internacional. Escrevo sobre futebol desde 2009 quando comecei no Jornal da Cidade, Niterói. Com passagens pelo FEA, Flu&Etc e Panorama Tricolor, desarmo melhor que o Richard, cruzo melhor que o Leo, marco melhor que o Airton , lanço melhor que o Jádson, finalizo melhor que o Marcos Jr, corro mais que o Gum e jogo mais que o Pedro. Ops, "esta" foi mentira. Rs.

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