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Pacote infindável de papelões

Rodrigo Mendes

Caros tricolores, gostaria de iniciar este post com um pedido de desculpas. Havia tempo que não utilizava tal espaço para debater com vocês a respeito dos rumos do Fluminense, seja pela correria do noticiário no dia a dia, seja até mesmo pela falta de ideias. Mas está difícil aguentar calado o atual momento tricolor. Se o Campeonato Brasileiro, como nos anos anteriores, ficasse resumido ao G4, já estaríamos de férias. Porém, a abertura de um G6, quiçá G7, renovou nossas esperanças de ver o Fluminense novamente numa Libertadores. A cada rodada, animamo-nos para torcer por esta equipe e secar os adversários. Nada mais natural. No calor da emoção, esquecemos a razão. Aí o time vai a campo e nos decepciona. No jogo seguinte, esquecemos o que passou e lá estamos nós sofrendo novamente. Será que não terá fim este inaceitável e infindável pacote de papelões? Em alguns jogos, até aceito os pontos perdidos. Afinal, contra adversários mais qualificados, a dificuldade é natural. O time do Fluminense, convenhamos, também não é essa Coca-Cola toda. Muito pelo contrário. É mediano. Ponto final! Agora, teve na mão os três pontos contra dois rebaixáveis (Coritiba e Vitória). Frente ao Coxa, tinha um homem a mais, vencia fora de casa e desperdiçou um caminhão de gols. Pagou o preço sofrendo o empate. Já diante do Rubro-Negro, em casa, com a presença da torcida tricolor, novamente vencendo. Bastou um cochilo e tudo foi pelos ares. Por incrível que pareça, depois de cinco jogos sem vencer, o Fluminense segue com chances. Isso porque tirando os quatro lá da frente (Palmeiras, Flamengo, Atlético-MG e Santos), os demais são irregulares. Ontem mesmo só o Atlético-PR, dos postulantes às demais vagas na Libertadores, venceu. Corinthians e Botafogo tropeçaram em casa. O Grêmio empatou fora contra outro time da zona de rebaixamento. Então só nos resta torcer nessas rodadas finais e, se por algum milagre, vier a classificação para a Libertadores, que a diretoria entenda a necessidade e tenha a competência para fortalecer, e muito, o elenco. Senão, será uma alegria momentânea seguida de nova série de vexames na mais importante competição do continente. Por hoje é só! Saudações tricolores! Quem quiser trocar uma ideia no Twitter, é só seguir lá: www.twitter.com/rodrigomendes9

Rodrigo Mendes, pai da Giovana, é um jornalista e tricolor de coração de 43 anos. Formado pela Facha, trabalhou no Lance, no site Justiça Desportiva e também como assessor de imprensa.

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