Com o Fluminense de novo no G4, Marlon quer manter embalo

Marlon diz que não pode haver acomodação (Foto: Nelson Perez - FFC)

Marlon diz que não pode haver acomodação (Foto: Nelson Perez – FFC)

Depois de duas derrotas (para Vasco e Chapecoense), o Fluminense voltou a vencer (diante do Grêmio) e retornou ao G4 do Campeonato Brasileiro. Agora, Marlon espera manter o embalo. Com o time em terceiro lugar, o zagueiro aponta o moral elevado para a sequência da competição.

– Tudo muda. Estávamos em segundo colocados, aí demos mole e caímos. Agora retomamos o G4 e precisamos manter, não podemos nos acomodar. O dia a dia volta a ser o que era, com sorrisos no rosto. Nada como uma vitória e espero que consigamos manter uma sequência – disse.

Tricolor, Marcos Júnior diz ter rejeitado o Flamengo na base

Marcos Júnior veio de Brasília para jogar na base do Fluminense (Foto: Bruno Haddad - FFC)

Marcos Júnior veio de Brasília para jogar na base do Fluminense (Foto: Bruno Haddad – FFC)

Revelado nas divisões de base do Fluminense, Marcos Júnior afirma ser torcedor tricolor e, antes mesmo de se profissionalizar, ter rejeitado uma chance no rival Flamengo para realizar seu sonho de defender o clube nas Laranjeiras. Ele lembra da oportunidade que teve para escolher onde queria jogar e não pensou duas vezes.

– Cheguei cedo ao Fluminense. Na época, meu empresário pediu para escolher entre três times: Flamengo, Fluminense ou Goiás. Eu sou de Brasília e aí falei: “no Flamengo não dá não (risos).” Eu sou tricolor – brincou.

Henrique analisa diferença do futebol brasileiro para o francês

Henrique diz que futebol brasileiro é mais corrido (Foto: Nelson Perez - FFC)

Henrique diz que futebol brasileiro é mais corrido (Foto: Nelson Perez – FFC)

Contratado pelo Fluminense no ano passado, Henrique chegou às Laranjeiras, na época, após nove anos de Bordeaux, da França. O zagueiro vai se readaptando ao futebol brasileiro, que, segundo ele, é bem diferente do francês.

– No (Campeonato) Francês é muito físico. Raramente você vê uma equipe ganhar de três ou quatro gols de diferença. No Brasileiro é bem mais técnico, com mais espaço, muito corrido – comentou.

Fluminense perde no Carioca de fut 7

Mesmo com derrota, Fluminense ainda lidera o Grupo A (Foto: Divulgação)

Mesmo com derrota, Fluminense ainda lidera o Grupo A (Foto: Divulgação)

O Fluminense perdeu sua invencibilidade no Campeonato Carioca de fut 7, mas segue na liderança do Grupo A. No sábado, o Tricolor perdeu por 3 a 0 para o Gonçalense, em São Gonçalo.

Agora, o Fluminense só volta a campo pela competição no dia 15 de agosto, contra o Bonsucesso, na Arena Akxe, na Barra da Tijuca, às 14h10.

Estreia pelo Fluminense satisfaz Wellington Paulista

Wellington Paulista ficou ainda mais feliz pelo resultado (Foto: Nelson Perez - FFC)

Wellington Paulista ficou ainda mais feliz pelo resultado (Foto: Nelson Perez – FFC)

Wellington Paulista ficou muito satisfeito com sua estreia pelo Fluminense. O atacante foi lançado no segundo tempo e, de cabeça, deu passe para Marcos Júnior fazer o gol da vitória por 1 a 0 sobre o Grêmio, sábado, no Maracanã. Feliz com seu desempenho, o centroavante também afirmou ter gostado de sua movimentação.

– Gostei muito, principalmente pela movimentação. Primeiro, o técnico pediu para eu ficar como centroavante. Quando o Magno Alves entrou, fiquei mais aberto. Procurei me movimentar e o que me deixou muito feliz foi a vitória – comentou.

Dupla com Henrique é aprovada por Marlon

Marlon projeta boas atuações ao lado de Henrique (Foto: Bruno Haddad - FFC)

Marlon projeta boas atuações ao lado de Henrique (Foto: Bruno Haddad – FFC)

No jogo contra o Grêmio, Enderson Moreira optou por mudar a dupla de zaga. Saíram Antônio Carlos e Gum e entraram Marlon e Henrique. Mais novo dos defensores, Marlon aprovou a nova parceria. Ele afirma conversar sempre com o zagueiro mais experiente.

– O Henrique é um baita jogador. Foram nove anos de Europa atuando no Bordeaux (França). Sempre conversamos muito. Assim como o Gum e o Antônio, que têm história no futebol. Ele sempre conversa comigo, pois tenho muito a evoluir e ele ajuda demais. Sempre me dá toques. Espero que essa dupla possa dar frutos e possamos render o que o professor quer – projeta.

Transferência de Gerson para o Barcelona pode ser imediata

Gerson pode seguir para o Barcelona agora, mesmo só tendo condições de jogar em janeiro

Gerson pode seguir para o Barcelona agora, mesmo só tendo condições de jogar em janeiro

Se for vendido ao Barcelona, Gerson pode seguir para a Espanha ainda neste ano, mesmo sem poder defender o clube catalão. A ideia dos espanhóis é ter o apoiador do Fluminense treinando com o grupo principal até janeiro, quando poderá estrear. Aí ficará a cargo do técnico Luis Henrique decidir se contará com ele ou não.

O Barcelona, por conta de uma punição em virtude de aliciamento de jogadores nas categorias de base, foi punido e só pode ter jogadores contratados a seu dispor a partir de janeiro do ano que vem.

Jogar no meio não é novidade para Marcos Júnior

Marcos Júnior acredita ter impressionado auxiliar de Enderson (Foto: Bruno Haddad - FFC)

Marcos Júnior acredita ter impressionado auxiliar de Enderson (Foto: Bruno Haddad – FFC)

Utilizado por Enderson Moreira como meia no Fluminense, Marcos Júnior não estranha a função. O atacante afirma ter atuado mais recuado em seus tempos de divisão de base.

– Na base, já joguei de meia, caindo pelos lados. Lembro que quando fui jogar uma vez com o Cruzeiro e o técnico era auxiliar do Enderson. Acho que gostou e deu um toque no Enderson. Quando ele chegou ao Fluminense, comecei a ter mais oportunidades – disse.

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Postura de Pedro Antônio deixa ex-dirigente indignado: “Antiético”

Idel Halfen foi vice de marketing do Fluminense (Foto: Bruno Haddad - FFC)

Idel Halfen foi vice de marketing do Fluminense (Foto: Bruno Haddad – FFC)

Paulo Brito

Não chega a ser novidade para ninguém que a relação entre o vice-presidente de projetos especiais, Pedro Antônio, e o departamento de marketing do Flu, nunca foi das mais amistosas. Em entrevista recente para o NETFLU, o dirigente que comanda as obras do CT criticou duramente o setor, por conta de supostas omissões em ações que visem a oxigenação financeira do Tricolor, sobretudo no que diz respeito ao centro de treinamento.

Nesse sentido, mesmo longe de ser um fã de seus sucessores, o ex-diretor e vice presidente de marketing do Time de Guerreiros, Idel Halfen, detonou a postura de Pedro Antônio, salientando que a conduta do mesmo não condiz com um cenário de gestão profissional.

– Não tenho porque defender A ou B. Qualquer solicitação que deva ser feita ao marketing, deve ser feita com algum embasamento científico. Tem que pensar pra quê está fazendo isso. São coisas que têm que ser discutidas. O setor tem uma estrutura enxuta. Não estou defendendo o marketing, mas as pessoas ali da parte operacional têm uma dedicação muito grande. O Flu não pode ter dirigente brigando com outro em público. O Flu não pode mostrar essa falta de união. Isso é ser antiético – enfatizou.

Recentemente, o vice de projetos especiais também alfinetou a Adidas pela pouca “confiança” no potencial do Flu, deixando faltar produtos do clube em algumas das principais lojas. De acordo com Idel Halfen, as farpas de Pedro Antônio, por intermédio dos veículos de imprensa, pode acabar trazendo prejuízos para o Fluminense.

– Pensando no mercado, é péssimo porque mostra um desmando e indisciplina de um vice-presidente falando mal de outro publicamente. Isso vai contra todos os padrões de ética de gestão. Chegar na imprensa e falar mal de uma área é antiético e antiprofissional. Falar do fornecedor é pior ainda. Se o cara está reclamando da área de Marketing do clube, ele está reclamando do presidente que escolheu. Ou seja, está criticando não só o funcionário, mas o chefe que não o trocou – destacou.

Para fechar o assunto, Idel Halfen ressaltou que as declarações de Pedro Antônio precisam ser podadas pela presidência do Flu. Conforme as palavras do ex-dirigente, não existe cabimento em uma área querer se meter em outra dentro de um clube, sobretudo de forma pública.

– Daqui a pouco ele vai querer escalar o time. Ele vai dar margem ao cara do marketing chegar e pedir quatro andares, ao invés de três, porque o Fluminense é tetra. E o presidente tem que chegar e cortar, pedir pra parar de falar essas coisas pela imprensa – concluiu.